sábado, junho 27, 2009

346 - 20 de setembro de 1985

Clóvis Roberto dos Santos Silva, Ana Maia Victoria Silva, Ana Roberta (no colo), Vanderlei Petiz, Francisco Adilson, Marcos, Oswaldo Victoria, Ricardo, Sargento Sebastião Garcia, Dona Carmem Garcia, João Andrade, Hugo Albuquerque, Tenente Cândido Afonso Garcia(Presidente da Liga da Defesa Nacional do Capão do Leão) Marizâni, Mara, Ceci Victoria, Dona Maria e Zeno Farias.


Contribuição: Zeno Farias

domingo, junho 07, 2009

345 - Bosque Benjamin

Em um artigo, batido a máquina, na Biblioteca Municipal Hipólito José da Costa, conta:
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... Era refúgio nas horas de lazer ...-- conhecido Bosque Benjamin no Capão do Leão (lá pelo ano de 1885). AU PITTURESQUE BOSQUE oferecia-lhe excelente cardápio refeições aos ritmos de uma orquestra por maestrinos. EIS O CARDÁPIO: Assado com Couro, Almoço ou Jantar (2$000), Cerveja Estrangeira (1$000), Cerveja Lag Bier (600 reis), Cerveja Dupla (500 reis), Cerveja Simples (400 reis), Suculentos Manjares, Vinhos e Licores. -- ...
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Artigo publicado pelo Prof. Joaquim Dias:
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Em agosto de 2006, eu, Prof Joaquim Dias e Luiz Teixeira estivemos em uma chácara do Theodósio que, segundo o amigo e Prof Joaquim, talvez seja o lugar onde funcionava o Bosque Benjamin. Tiramos algumas fotos:









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Será que esta não era a propriedade de Benjamim Gastal, Engenheiro da Ponte do Theodósio?
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Colaboração e agradecimentos aos amigos Prof. Joaquim Dias e Luiz Teixeira.

sábado, junho 06, 2009

344 - Notas da Revolução Farroupilha

"16/04/1837 - Os republicanos derrotam os legalistas no Capão do Leão."
LEÃO, Sebastião e SPALDING, Walter. Datas rio-grandenses. Porto Alegre: Secretaria de Educacao e Cultura, 1962. 431p. Pag.35
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"15/04/1837 - CAPÃO DO LEÃO. RS - Guerra dos Farrapos. O Farroupilha cel. Crescêncio de Carvalho surpreende e desmancha formação imperial em trânsito."
DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. Instituição Brasileira de Difusão Cultural, 1987. 542p. Pág. 254
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CV-2707
...O Coronel Domingos Crescêncio de Carvalho, Comandante da Divisão da Esquerda, em ofício de 4 deste assim se exprime: No 1 do corrente o inimigo levantou o campo do Passo das Pedras, onde demorou dois dias, e se foi acampar no Clímaco, a 2 no Capão do Leão junto às porteiras; e ontem marchou para Pelotas.
Aquela coluna de ladrões e assassinos, ao mando de Seara e Silva Tavares, cometeu em sua digressão atentados que horrrizam: saqueou a casa de Nicolau Bernardo completamente, não lhe deixando até o fato de quatro filhas menores de cinco anos; assassinou ao pé do porto do Caldeira barbaramente os infelizes Marco Rogério, Reduzindo Fonseca, José Francisco e Maurício Dantas, este maior de 60 anos e todos pais de numerosas famílias: seus cadáveres, oh peversidade! foram encontrados ainda amarrados de pés e mãos e degolados!!! À vizinhança por onde passaram roubaram todo o gado manso: saquearam completamente cinco carretas de um francês de nome Pedro que as levava com fazendas e molhados para a campanha; e não satisfeita com este pingue espólio, o levaram preso e a seus peões, dois dos quais foram degolados e arrojados em umas grotas do serro Pelado, como me participa o passado da Brigada do mando de Loureiro. Todas estas atrocidades são determinadas por esse infame e malvado Governo do Rio de Janeiro, como em plena formatura declarou o monstro Silva Tavares, ordenando que por sua determinação não queria um só prisioneiro...
Tenente-Coronel José Alves de Morais - Caçapava, 14/05/1839
Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Anais 4: Coleção de Alfredo Varela; correspondência ativa de Jerônimo Teixeira de Almeida e José da Silva Brandão; documentos CV-2199 a CV-2982. Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 1980. Pags 429-430
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Domingos Crescêncio de Carvalho
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Domingos Crescêncio de Carvalho (1780 - 1840)
Natural da fronteira, alistando-se como soldado e terminando como capitão.
Amigo e parente de Bento Gonçalves ficou responsável pelo comando de cavalaria de Jaguarão. Logo foi promovido a Comandante da 4a Brigada do Exército da República abrangendo a região desde o rio Jaguarão até o rio Camaquã. Bravo e competente faleceu muito pobre porque vivia do soldo que recebia como oficial da República que não costumava ter dinheiro para pagar seus soldados.
Participou de vários combates, sempre a testa de sua cavalaria. Derrotou o general Labatut, veterano oficial de Napoleão, que servia como mercenário do Império quando este invadiu a República por terra, comandando a Divisão Paulista.
Estava prevista sua nomeação para o posto de general por esta campanha contra Pedro Labatut, mas ficou doente, vindo a falecer, aos 60 anos de idade, quando retornava para a fronteira.
Bibliografia: Bento, Cláudio Moreira. O exército farrapo e seus chefes - vol. 1.
ISBN: 857011165-7