quarta-feira, setembro 20, 2006

145 - Vista Aérea



Fonte: Album de Jacy dos Santos Silva
(Fotos de 1981)

terça-feira, setembro 19, 2006

144 - Ainda sobre o Vagão Museu


No vagão, políticos da época: vereador Esmelindro Silveira, Manoel Ney, prefeiro Elberto Madruga, vice-prefeito Getúlio Victoria, Ozi Fogaça. Foto disponibilizada pelo atual vereador Jara Silveira, filho do sr Esmelindro Silveira.

143 - Vagão Museu


por Fabiane Medeiros

Botas de um gigante que passou. nos anos 80, num trem passageiro (era uma vagão tipo um museu itinerante que viajou todo o estado ou país não sei), que ficou um tempo lá no Capão do Leão. No quadrinho branco acima das botas, diz o seguinte: "USADAS PELO GIGANTE RIOGRANDENSE FRANCISCO ÂNGELO GUERREIRO".
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quarta-feira, setembro 13, 2006

142 - A Locomotiva na Estação


por Fabiane Medeiros

Segundo meu pai, Derny Dias Medeiros, "Fotografia do trem de prefixo ERC=100, passando em Capão do Leão no dia 01/12/1984, conduzindo o Sr. Ministro dos Transportes, Sr. Coraldino Severo e Diretoria da RFFSA." Era um Trem Hungaro e etava lá em comemoração aos 100 anos da linha Bagé-Rio Grande.

Fabiane morou com a família no Prédio da Estação Férrea de 1977 à 1986.

terça-feira, setembro 12, 2006

segunda-feira, setembro 11, 2006

140 - Livro de Contas do Armazém Moreira


Estive neste último domingo na casa dos primos Adenir e Rita, últimos proprietários do Armazém Moreira. Me emprestaram um livro de conta corrente dos anos de 1926 e 1927 onde constam as contas dos seguintes srs e sras da época: Abilio Silveira, Adelino Moreira, Alberto Teixeira, Alcides Alacher, Alexandre Moreira dos Santos, Alvaro Rosa, Amadeu Nunes, Amarildo Costa, Antenor Souza, Antonio França, Antonio Franz, Antonio Franz Filho, Antonio Mendes, Antonio Sainz, Antonio Silva, Arabella A Torres, Aristides Longchamp, Armando Dias, Armando Lopes, Arthur Assumpção, Augusto Catharino, Basilio Bernardi, Basilio P. Bandeira, Bento Costa, Bernardino Teixeira da Silva, Carlos Assumpçao, Carolina Alves, Cecilia Gastal, Celestino Rodrigues, Daniel Gonçalves, Delphim Garcia, Diamantino Peres, Dionisio Lavady, Dormando Ferreira, Dr. Alberto M. Rosa, Dr. Fernando Osório, Dr. Pedro Osorio, Eduardo Traversi, Eugenio Gastal, Feliz da Rocha, Fernando Assumpção, Francisca Garcia Pereira, Francisco Alcorte, Francisco Lima, Francisco Pinheiro, Francisco Raymundo, Francisco Silva, Frozino Medeiros, Gabriel Gastal, Genuino Felix, Guido Almeida, Guilherme Moreira dos Santos, Homero Garcia, Ireno Lima, Jayme Ferreira Cardoso, João Baldacari, João Charneski, João Cunha, João Garcia, João M Barbosa, João Medeiros, João Oliveira, João Silva, José Gonçalves, José Lucas, José M. Pinho, José M. Teixeira, José Neira, José Pereira, José Zanuncio, Justino Vaz, Juvenal Lima, Luiz Telles, Manoel Amorim, Manoel Thovim, Manuel Lopes, Manuel Vargas, Nicola Alexis, Nodario Barbosa, Olympio Barbosa, Oscar Dias, Paulo Kinsther, Pedro Costa, Pedro Sol, Perpetuo Garcia, Sebastião Deroia, Tacito dos Santos Oliveira, Theofilo Torres, Thimoteu Lima, Tulio Medeiros, Utalis Cunha, Valdomiro B. Antunes, Vigessimo Dias, Virgilio Lopes, Waldemar Lima e Wenceslau Gimenes. Muito leonenses devem encontrar seus antepassados nestes nomes. Algumas figuras importantes de Pelotas também aparecem nesta lista como os Assumpção, Osórios, etc.

domingo, setembro 10, 2006

139 - Natal de 1969



Chegada do Papai Noel na Associação dos Trabalhadores. Dirigindo o Caminhão está o Sr Kaiser e acompanhando o Papai Noel está Enedino Silva.
(Contribuição: Jacy dos Santos Silva)

138 - Festa da Vitória


Festa em comemoração a Vitória na Segunda Guerra Mundial. Desfile defronte a Praça João Gomes. Linha de Frente: José Silva, Leopoldo Luz e Darwin Moreira dos Santos. Centro: João Teixeira, João Cunha e Enedino Silva. Segurando a faixa está Manoel Victoria.
Colaboração: Jacy dos Santos Silva

137 - Churrasco em 1977

Ildemar Antunes (Bamba), Maria Helena Pinho Antunes, Fernando Gimenez, Nehytes Madruga, Elberto Madruga (Presidente da Câmara de Vereadores de Pelotas), Elair Mendes, Sgto Erildo Mendes, Jacy Santos Silva e Enedino Silva (Sub-Prefeito do Gapão do Leão).
(Fonte: Album de Fotografias de Jacy dos Santos Silva)

quarta-feira, setembro 06, 2006

136 - Armazém Moreira (continuação)

continuação de http://capaodoleao.blogspot.com/2006/04/64-armazm-moreira.html

por Jacy Moreira dos Santos

Antes da empresa ser de Bernardino Moreira dos Santos, foi de seu sogro, o português José Ferreira Cardoso. José foi o fundador da venda. Nos fundos do Armazém Moreira há uma represa construída por José. Esta represa foi construída com pedras da localidade. Toda a mão de obra foi á pulso, devido a falta de maquinário apropriado. Tem muro de pedras nos dois lados e pedras para represar com comporta para escoamento em canaleta de piso de pedras. Há uma pedra Côncava no lado esquerdo onde a esposa de José, Maria das Dores Cabral, lavava a roupa, e uma escadinha pelo lado de dentro onde os banhistas desciam. O fundo, até certo ponto, também tem piso de pedras. Havia no muro da direita uma pedra com espaço onde ficava a barra de sabão para lavar a roupa no próximo dia. A água era límpida, muito clara, e atraia banhistas de Theodósio e até de Pelotas para deliciarem-se nos banhos de domingos.

135 - Mister Farquhar e os molhes da barra

por Mário Osório Magalhães
É provável que o leitor não saiba: antes que tivesse início o episódio - ou epopéia? - da estrada de ferro Madeira-Mamoré, mister Percival Farquhar (personagem da minissérie Mad Maria) andou se envolvendo com a construção dos molhes da barra do Rio Grande - que Barbosa Lessa considerava "em tudo semelhante à construção de uma das sete maravilhas do Mundo Antigo: a grande pirâmide de Quéops. Com a diferença de que os blocos da pirâmide haviam sido ajustados a céu aberto e, aqui, tiveram que ser ajustados nas profundezas do mais tempestuoso mar da América Latina..."Foi assim: pouco antes da sua morte súbita, em 24 de outubro de 1903, Júlio de Castilhos conseguira desengavetar um projeto do engenheiro Honório Bicalho, encomendado ainda no tempo do Império, e ao qual haviam sido acrescentados subsídios técnicos do holandês Peter Caland. Borges de Medeiros, como herdeiro fiel da política castilhista, ao assumir o governo gaúcho pela segunda vez, solicitou à União que lhe transferisse a responsabilidade pelos portos do estado, ao mesmo tempo em que pleiteava adiantamentos federais em torno de três mil contos de réis - que, conforme orçamentos da proposta Bicalho/Caland, seria a quantia mínima anual para iniciar os trabalhos de dragagem da projetada barra. Negaram-lhe ambas as concessões.Mas em 1904 realizou-se nos Estados Unidos a Exposição Internacional de Saint Louis. Borges autorizou o engenheiro Eugênio Dahne a representá-lo, lá, em possível negociação internacional para a construção dos molhes. E a idéia despertou, de fato, o interesse do engenheiro Lawrence Corthel, que participara da fixação da barra do Mississipi. Só lhe ficaram dúvidas sobre a viabilidade econômica do empreendimento.E é aí que entra nessa história o Farquhar Syndicate. Acompanhado pelo próprio Percival Farquhar, mister Corthel vem ao Brasil para avaliar de perto as condições locais. Retorna aos Estados Unidos e elabora um projeto, que apresenta ao Ministério da Viação. No dia 18 de abril de 1906, é assinado um decreto autorizando o início das obras da barra e do porto de Rio Grande e em 12 de setembro, independentemente de concorrência pública, um contrato entre o governo brasileiro e o grupo Corthel/Farquhar, assegurando a este a concessão e exploração do porto até o ano de 1973. Mais: pela cláusula 64, o grupo tinha direito de preferência na realização de obras congêneres em qualquer ponto da bacia da Lagoa dos Patos, porém sem obrigação alguma de realizá-las.Os termos dessa cláusula acabariam por causar sério conflito entre o grupo Corthel/Farquhar e o governo de Carlos Barbosa Gonçalves, sucessor de Borges em 1907. Anunciou o novo presidente do Rio Grande do Sul que construiria modernos portos, substituindo os velhos trapiches, em Porto Alegre e Pelotas, além de melhoramentos nos rios Taquari e Jacuí. Os concessionários naturalmente reagiram, alegando os direitos do contrato e acrescentando que tal medida "reduziria o valor do porto de Rio Grande à metade". Diante do início das obras na capital do estado, tiveram ganho de causa: um juiz federal condenou o governo da União, o governo do estado e a empresa responsável pelos melhoramentos do porto de Porto Alegre ao pagamento de uma considerável indenização, pelo fato de não haverem cumprido a cláusula 64.Nesse meio tempo, mister Farquhar, na Grã-Bretanha, esbarrava em dificuldades para integralizar o capital da empresa. Uma crise no Império Russo, ameaçando de colapso a economia mundial, fez com que o Banco da Inglaterra iniciasse uma fase de arrocho na concessão de créditos. Percival Farquhar, então, apelou ao mercado financeiro de Paris, efetivando a Compagnie Française du Porto du Rio Grande do Sul, substabelecendo-a na concessão de Corthel. Nos primeiros meses de 1915 foram inaugurados, praticamente prontos, o molhe leste (de São José do Norte) e o molhe oeste (de Rio Grande), ambos construídos com enormes blocos de pedra conduzidos de Monte Bonito e do Capão do Leão (então pertencente a Pelotas) pela empresa que ficou sendo chamada, aqui, de Companhia Francesa. Finalmente, em 9 de março de 1918 era assinado o Convênio de Encampação, através do qual o estado do Rio Grande do Sul, por seu governador - que era novamente Borges de Medeiros - assumia a responsabilidade de conclusão das obras e de conservação da barra. Nesse momento Percival Farquhar ainda se encontrava à frente da Compagnie Française. Mas, em conseqüência da Primeira Guerra Mundial, já completamente falido.
Fonte: Diário Popular - Pelotas, RS, Domingo, 20.03.2005

Sexto Mês do Blog

Amanhã o Blog estará completando o seu sexto mês. Índices dos mêses anteriores: http://capaodoleao.blogspot.com/2006/04/primeiro-ms-do-blog.html http://capaodoleao.blogspot.com/2006/05/segundo-ms-do-blog.html http://capaodoleao.blogspot.com/2006/06/terceiro-ms-do-blog.html http://capaodoleao.blogspot.com/2006/07/quarto-ms-do-blog.html
http://capaodoleao.blogspot.com/2006/08/quinto-ms-do-blog.html

dia 8/8/2006 - 109 - Recepção a Bilac no Capão do Leão
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_08_capaodoleao_archive.html

dia 9/8/2006 - 110 - Fazenda da Palma; 111 - O marco esquecido de Santo Ildefonso
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_09_capaodoleao_archive.html

dia 10/8/2006 - 112 - Sta Tecla Tri-Campeão; 113 - Brasão (segundo lugar)
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_10_capaodoleao_archive.html

dia 11/8/2006 - 114 - Jogadores Tri-Campeões
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_11_capaodoleao_archive.html

dia 12/8/2006 - 115 - Molhes de Rio Grande
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_12_capaodoleao_archive.html

dia 13/8/2006 - 116 - Inventário de Alexandre da Silva Baldez; 117 - Testamento de Félix da Costa
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_13_capaodoleao_archive.html

dia 14/8/2006 - 118 - Inventário do Dr. Dario da Silva Tavares
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_14_capaodoleao_archive.html

dia 15/8/2006 - 119 - Diretas Já
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_15_capaodoleao_archive.html

dia 16/8/2006 - 120 - I Rodeio da Canção Nativa
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_16_capaodoleao_archive.html

dia 22/8/2006 - 121 - Alexandre Gastaud; 122 - Glória Menezes
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_22_capaodoleao_archive.html

dia 29/8/2006 - 123 - Minha posse na Academia Pelotense de Letras; 124 - Quem foi Padre Doutor?
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_29_capaodoleao_archive.html

dia 31/8/2006 - 125 - Carnaval de 1959; 126 - Associação dos Trabalhadores do Capão do Leão
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_08_31_capaodoleao_archive.html

dia 1/9/2006 - 127 - Na Casa de Hipólito José da Costa; 128 - Desfiles em 1966 e 1967 (Fotos) ; 129 - Independente F.C. em 1961
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_09_01_capaodoleao_archive.html

dia 2/9/2006 - 130 - Santa Tecla em 1962
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_09_02_capaodoleao_archive.html

dia 3/9/2006 - 131 - Ruy Victoria, Jogador do Santa Tecla; 132 - Santa Tecla em 1965; 133 - Santa Tecla em 1966
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_09_03_capaodoleao_archive.html

dia 4/9/2006 - 134 - 60 anos do Santa Tecla (1975)
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_09_04_capaodoleao_archive.html

dia 6/7/2006 - 135 - Mister Farquhar e os molhes da barra; 136 - Armazém Moreira (continuação)
http://capaodoleao.blogspot.com/2006_09_06_capaodoleao_archive.html

segunda-feira, setembro 04, 2006

134 - 60 anos do Santa Tecla (1975)


Bamba, Zacarias, Zé Ribeiro, Mara, Irmã Adelino, Clóvis, Madruga e Ruy Victoria.


Bamba, Zacarias, Zé Ribeiro, Mara, Irmã Adelino, Clóvis, Madruga, Ruy Victoria, Cau, Zeca e Barão.



ns, Arlete, Cabaña, Irmã do Cau, Ruy Victoria, Irmã Adelino, Mara, ns, ns, Dilena e Cau.

domingo, setembro 03, 2006

133 - Santa Tecla em 1966


Tri-Campeão

Em Pé: Pardo, Ferrugem, Xaxá, Valdir, Pavão, Mirto, Luiz Alberto, Jadir e Vladir.
Agachados: Neimar, Brião, Heleno, Poti, Clóvis, Badico e Babá.

132 - Santa Tecla em 1965

Em Pé: Pardo, ns, Xavá, Pavão, Valdir, Ferrugem, Valdir e Ruy Victoria. Agachados: Badico, Clovis Roberto, Brião, Neimar, Heleno, Babá e Luis Alberto.

Maio de 1965. Em Pé: Valdir, Ferrugem, Xaxá, Pavão, Clóvis Roberto e Babá. Agachados: Brião, Poti, Neimar, Jadir, Heleno e Acir.

131 - Ruy Victoria, Jogador do Santa Tecla


Ruy Victoria com o uniforme do Santa Tecla.
Não sei o ano exato desta foto mas foi por volta de 1935.

sábado, setembro 02, 2006

130 - Santa Tecla em 1962

Em Pé: ns, João Carlos, Pavão, Xaxá, Ferrugem, Vaguete e Pardo. Agachados: Bimba, João Grilo, ns, Clovis Roberto e Bete.

No Cerro do Estado. Santa Tecla 1 X 1 Independente. Gol de Grilo. Em Pé: Pardo, Maromba, Xaxá, Ferrugem, Pavão, Acir, Adroaldo, João Carlos, Vera, Otho, Zeca, Barão, ns, ns. Agachados: ns, Vaguete, João Grilo, ns, Clovis Roberto, Jair, Bimba, Ivo, Podinho.

sexta-feira, setembro 01, 2006

129 - Independente F.C. em 1961


Independente F.C. 4 X 0 Santa Inês (Granginha)
Em pé: Milton, Rui, Ari, Xaxá, Chiquinho, Gilberto e Osmar Beleia (Presidente)
Sentados: Zé Brião, Neca, Roberto, Beti e José
(agosto de 1961)

128 - Desfiles em 1966 e 1967 (Fotos)





127 - Na Casa de Hipólito José da Costa

por Raul Quevedo

O cumprimento de dever maçônico levou-me a Pelotas, no dia 17 de novembro. Tratava-se de retribuir visita dos confrades da Loja Hipólito José da Costa nº 63, à loja homônima de Porto Alegre, feita no ano passado. Nesta viagem, além do prazer de participar dos trabalhos da Loja pelotense, tive a oportunidade de reviver visita que fiz no distante ano de 1972 à casa onde viveu a infância e primeira juventude o patrono da imprensa brasileira. Hipólito José da Costa viveu ali entre os anos de 1777 e 1792, quando viajou para a Europa, de onde jamais retornou.A casa localiza-se no hoje município do Capão do Leão, num bairro muito próximo da cidade. É um casarão em estilo manuelino, construído na frente da residência primitiva de Félix da Costa Furtado de Mendonça, pai do jornalista, já no final do século XIX, pelo Barão de Santa Tecla. Lá estive com um grupo de maçons de ambas as lojas, onde fomos recepcionados pela herdeira daquela herdade histórica, a ilustre dama Berenice Tavares Xavier Villela. Justificando sobremaneira a hospitalidade pelotense, a senhora Berenice não só franquiou-nos a visita à formosa mansão, como recepcionou-nos com um coquetel onde não faltaram os apreciados salgados e doces da terra.Sinto-me cada vez mais devedor dos gestos hospitaleiros da família Tavares Xavier. Quando visitei a propriedade no distante ano de 1972, fui recebido com nímia gentileza pela distinta anfitriã da época, senhora Amélia da Silva Tavares Xavier, neta do Barão de Santa Tecla.A visita rendeu longa reportagem por mim assinada, que foi publicada em vários jornais do País. Era o início do movimento em prol do patrono da nossa imprensa, então quase esquecido, e que resultou no reencontro de seu ilustre nome com a história contemporânea, inclusive com a mudança da data de comemoração do Dia da Imprensa.Vivi, portanto, dupla satisfação: a alegria do reencontro com o passado de 30 anos e o prazer de gozar da fidalguia da nova anfitriã, que conserva com dedicado esforço aquele monumento histórico, infelizmente ainda não devidamente explorado para o turismo.Aliás, por oportuno, devo dizer que Pelotas, principalmente, mas parte da Zona Sul, como região, têm enormes potencialidades estancadas no segmento turismo, especialmente no turismo cultural. O epicentro urbano pelotense e seus bairros e arredores, como a zona rural, esperam uma política mais agressiva nesse sentido. O Samir Curi tem se esmerado a esse respeito. Mas precisa de companheiros. Quem se habilita ?

Fonte:
Diário Popular - Pelotas, RS, Sexta, 05.12.2003 - http://www.diariopopular.com.br/05_12_03/ponto_de_vista.html